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Cunha Porã - Confirmado primeiro caso de chikungunya contraído dentro de SC

Publicada em 14/03/18 às 06:40h - 487 visualizações

por Fonte: Diário Catarinense


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 (Foto: Foto: Salmo Duarte / Agencia RBS)

Uma infecção viral que pode evoluir para uma doença crônica, marcada por dores nas articulações que persistem por meses ou até anos.  Assim é a febre de chikungunya, cujo primeiro caso contraído dentro de Santa Catarina foi confirmado nesta quinta-feira. O paciente, um morador de 68 anos de Cunha Porã, no Oeste de SC, se recuperou e já voltou ao trabalho. 

Assim como a dengue e zika vírus, a doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.  Diante disso, a confirmação é um alerta, já que atualmente, são 64 municípios infestados pelo mosquito, inclusive Cunha Porã, o que aumenta o risco de transmissão dessas doenças, destaca a  gerente de Zoonoses da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC (Dive-SC), Suzana Zeccer: 

— Essa é a preocupação, em um município infestado o risco de transmissão é real. Temos uma população muito grande de mosquitos e o vírus.

Suzana diz que há uma correlação do caso contraído em Cunha Porã com outro caso da doença, mas que teria sido contraído no Mato Grosso. Os dois pacientes residem no mesmo bairro. No primeiro caso, os primeiros sintomas iniciaram no dia 31 de janeiro. Já no segundo, começaram no dia 13 de fevereiro. No dia seguinte foi internado para tratamento, recebendo alta no dia 16. O fato de ter procurado imediatamente uma unidade de saúde foi fundamental. 

Os sintomas da febre de chikungunya incluem febre de início repentino e dores intensas nas articulações, principalmente pés e mãos, dedos, tornozelos e pulsos. Podem ocorrer, também, dores nas costas, dores de cabeça, no corpo e manchas vermelhas na pele.

No município no Oeste de SC, as ações como eliminação de depósitos com água e pulverização de inseticida, já começaram assim que o caso foi considerado suspeito:

— A gente não espera vir o resultado para fazer as ações — explica Angela Rieger Kölln, coordenadora da sala de situação de combate ao mosquito em Cunha Porã. 

Ela cita que o município apresenta alto grau de infestação, com 91 focos do Aedes aegypti. Além disso, seis casos suspeitos de dengue e  chikungunya na cidade seguem em investigação. O maior desafio, segundo Angela, é a população se conscientizar e ajudar no combate ao Aedes. 

Até então SC tinha registrado apenas casos importados de chikungunya. Em 2016 foram 83 casos contraídos em outros Estados, 34 em 2017 e neste ano, são quatro casos. Os dois em moradores de Cunha Porã e mais dois importados em residentes de Itajaí e Tubarão. 

Outras doenças

O boletim da Dive-SC também divulgou que são dois casos importados de dengue neste ano em SC e 94 casos da doença em investigação. Em relação ao zika vírus, são 10 casos em análise e nenhum confirmado. 

O número de focos do mosquito Aedes aegypti não para de crescer em Santa Catarina. No último boletim eram  2.998 focos identificados em 104 municípios. Agora, 15 dias depois, são 3,9 mil focos em 113 municípios. Esse número representa um acréscimo de 53,2% em relação ao mesmo período do ano passado.




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