Na última semana foram mais sete hospitalizações por gripe A em Santa Catarina.
No total o Estado soma 204 casos graves da doença, sendo a maioria (200) por H3N2, um por H1N1 e três em investigação.
Além disso são 22 casos graves causados pelo vírus influenza B.
O número de mortes é o mesmo do último boletim: 27.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC).
Dos 226 casos confirmados como influenza, 66,2% tinham algum fator de risco associado, dos quais 88 (66,2%) eram idosos, 16 (12%) eram obesos, 12 (9%) eram crianças com idade abaixo de dois anos e 13 (9,8%) eram portadores de doenças crônicas, além de quatro gestantes.
Os pacientes que se curaram fizeram uso de antiviral Tamiflu, em média, três dias após o início dos sintomas de síndrome gripal (febre, tosse ou dor de garganta e pelo menos mais um dos sintomas: mialgia, cefaleia ou artralgia). Mas a recomendação é começar o tratamento em até 48 horas.
Segundo o boletim da Dive, o perfil de casos e mortes pelo vírus influenza, até o momento, indica a circulação maior do vírus influenza subtipo A(H3N2), acometendo idosos e adultos com comorbidades (doentes crônicos e obesos). Esses grupos possuem uma tendência maior a apresentarem complicações, por isso é fundamental procurarem um serviço de saúde assim que aparecerem os primeiros sintomas de gripe.
De olho na prevenção
É importante lavar as mãos com frequência e evitar ambientes fechados e com aglomeração de pessoas. Também é necessário manter superfícies e objetos que entram em contato frequente com as mãos - como mesas, teclados, maçanetas e corrimãos - limpos com álcool, e não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres. Se estiver gripado, cubra a boca e o nariz com um lenço quando tossir ou espirrar ou use o antebraço. Evite sair de casa quando tiver gripado.