A morte de Maiara Paola Dill, de 22 anos, segue sendo investigada pela Polícia Civil de Xanxerê. O laudo cadavérico da vítima apontou que ela morreu por asfixia, em decorrência de uma lesão pulmonar. O resultado foi apresentado pelo delegado Adilson Bressan, responsável pelas investigações do caso ocorrido na madrugada do último sábado, dia 26, em Xanxerê.
O delegado ainda aguarda o laudo do local e o resultado de um exame toxicológico para concluir o inquérito policial. "[O laudo recebido] precisa ser analisado num contexto com os outros laudos, que é o laudo do local do crime que ainda não está pronto, exames laboratoriais que vão a Florianópolis e devem demorar em torno de 30 dias para vir e mais as oitivas", disse Adilson ao site Tudo Sobre Xanxerê.
"Esse exame cadavérico dá para nós o início da apuração, mas o conjunto probatório é que vai esclarecer o que aconteceu. Esse laudo sozinho pode gerar especulações, então estou tendo o cuidado para divulgar as informações", acrescentou o delegado, que ainda informou já ter ouvido várias pessoas, incluindo o namorado da vítima e familiares de Maiara.
O namorado afirmou à Polícia Civil que a jovem morreu engasgada com um alimento. Segundo o delegado Albino Sousa de Araújo, que ouviu testemunhas ainda no final de semana, o casal teria consumido bebida alcoólica. Sobre o sangue encontrado na casa, o namorado dela justificou que tentou desenrolar a língua de Maiara no momento do engasgo.
O delegado Adilson Bressan também relatou que as oitivas das testemunhas seguem nesta terça-feira. A estimativa é que os laudos faltantes fiquem prontos e sejam entregues à Polícia Civil no decorrer dos próximos 30 dias.